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Resumo em 10 segundos

📉 O Brasil encerrou setembro com 5,2% de desemprego, segundo o IBGE. Construção liderou a geração de vagas, enquanto a renda média ficou estável. 🧵

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O desemprego no Brasil caiu para 5,2% no trimestre encerrado em setembro, o menor resultado para esse período desde o início da série histórica, em 2012. O dado foi divulgado pelo IBGE. 📉🧵

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A taxa estava em 5,4% no trimestre até junho. O resultado ficou exatamente em linha com a mediana das projeções do mercado financeiro consultadas pela Bloomberg: 5,2%.

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A população desocupada recuou para 5,6 milhões de pessoas — 234 mil a menos que no trimestre anterior, queda de 4%. Para entrar nessa conta, é preciso ter 14 anos ou mais, estar sem trabalho e procurar emprego.

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Ao mesmo tempo, a população ocupada renovou o recorde da pesquisa: 103,6 milhões de pessoas tinham algum trabalho até setembro. Foram mais 581 mil ocupados em relação ao trimestre encerrado em junho.

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A construção foi o destaque: o número de ocupados no setor cresceu 2,8%, ou mais 210 mil pessoas. Entre os dez grandes grupos de atividade acompanhados pelo IBGE, foi o único avanço considerado estatisticamente significativo.

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Nas demais atividades, o IBGE não identificou variações relevantes. A renda média habitual do trabalho também permaneceu estável — um ponto importante: mais ocupação não significa, automaticamente, maior poder de compra.

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O resultado melhora o retrato do mercado de trabalho, mas a qualidade das vagas, a formalização e a evolução da renda seguem no centro da análise. Taxa menor de desemprego é um avanço; renda sustentável é o próximo termômetro.

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