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Resumo em 10 segundos

Sepol recebe R$32/dia enquanto parte dos servidores da Saúde têm menos de R$5/dia — e isso afeta a saúde dos trabalhadores e da população 🍽️💬

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Servidores da Secretaria de Polícia Civil recebem R$32 por dia no auxílio‑alimentação, enquanto alguns profissionais da Saúde têm menos de R$5 por dia 🍽️🧵 — isso não é só número: impacta comida, energia e saúde de quem trabalha no SUS.

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R$32/dia vira cerca de R$704 por mês (considerando 22 dias úteis) — já quem recebe menos de R$5/dia tem, na prática, menos de R$110/mês pra se alimentar. Dá pra imaginar a diferença no que cabe no prato ao longo do mês?

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Comer mal por causa de auxílio insuficiente não é só desconforto: aumenta risco de fadiga, queda de concentração, problemas digestivos e até agravamento de doenças crônicas. Profissional de saúde cansado = atendimento mais arriscado pra todo mundo.

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Isso entra no campo da saúde pública: desigualdade entre categorias reflete escolhas orçamentárias. Investir em alimentação digna é prevenir adoecimento, reduzir faltas e valorizar quem mantém hospitais e serviços funcionando.

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Soluções práticas: reajuste ligado ao custo de vida, refeitórios públicos/cooperativas, parcerias com agricultura local (mais saudável e sustentável) e cardápios que priorizem nutrição e redução de desperdício. Dá pra conciliar economia e dignidade.

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Reflexão final: um ticket maior não é mordomia — é ferramenta de saúde ocupacional. Se queremos um sistema público forte e justo, começar por garantir alimentação adequada aos trabalhadores da Saúde faz todo sentido.

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