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Resumo em 10 segundos

Pesquisa pública precisa ir além de artigos: expectativas por soluções para clima, comida e energia crescem 🌱🔬

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Destruição criativa redefine papel da pesquisa pública: agora espera‑se que instituições resolvam problemas complexos — mudanças climáticas, segurança alimentar e transição energética 🧪🧵

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O termo vem do economista Joseph Schumpeter: progresso via substituição de tecnologias e modelos. Aplicado à ciência, significa que inovação pode tornar práticas antigas obsoletas — e exigir reorientação rápida das instituições públicas.

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No Brasil, centros como a Embrapa (fundada em 1973) mostram como pesquisa pública pode gerar tecnologias adaptadas a realidades tropicais. Mas a escala dos desafios atuais pede mais: interdisciplinaridade, colaboração e foco em impacto social.

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Um nó central é a avaliação: métricas centradas em artigos e fator de impacto não capturam contribuição para segurança alimentar ou mitigação climática. É preciso combinar produção científica com indicadores de impacto social e ambiental.

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Soluções práticas: pesquisa orientada por missões, ciência aberta, transferência tecnológica inclusiva e parcerias público‑privadas com cláusulas de acesso equitativo. Tudo isso preservando transparência e evitando concentração de poder tecnológico.

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Reflexão final: transformar 'destruição criativa' em oportunidade significa reconfigurar incentivos, financiamento e políticas públicas. A escolha é institucional — manter rotina acadêmica ou alinhar ciência a soluções urgentes para a sociedade.

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