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Resumo em 10 segundos

🔬 Em janeiro de 2027, estudantes de escolas públicas poderão ver o invisível — e talvez se enxergar como cientistas.

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Dez meninas de escolas públicas de Sorocaba e região terão uma chance rara: passar janeiro de 2027 dentro dos laboratórios da UFSCar, explorando ciência, tecnologia e possibilidades de futuro. 🔬🧵

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A jornada faz parte do Programa Futuras Cientistas. Entre 4 e 29 de janeiro, as participantes vão trocar a sala de aula convencional por microscópios, materiais, impressoras 3D e ferramentas de inteligência artificial.

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O ponto de partida parece simples, mas abre um universo: “como enxergar o que nossos olhos não veem?”. É essa a pergunta que guia o projeto de caracterização de materiais desenvolvido no CCTS da UFSCar Sorocaba.

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Na prática, elas vão conhecer técnicas usadas para investigar a composição e as propriedades de diferentes materiais. Ciência não como fórmula distante no livro, mas como experiência feita com as próprias mãos.

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A imersão também revela algo que muitas estudantes ainda não conseguem visualizar: a rotina de uma pesquisadora. Laboratórios, instrumentos, perguntas difíceis, testes, erros e descobertas fazem parte do caminho.

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Iniciativas assim importam porque o talento não deveria depender de ter acesso prévio a laboratórios ou de conhecer alguém na universidade. Aproximar escolas públicas da pesquisa ajuda a tornar a ciência mais diversa e acessível.

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São apenas 10 vagas, com inscrições abertas até 26 de outubro. Mas cada vaga pode ser uma porta: para a graduação, para uma carreira em STEM ou simplesmente para a certeza de que a ciência também é lugar delas.

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Toda descoberta começa quando alguém se permite perguntar “e se?”. Em janeiro de 2027, dez jovens poderão fazer essa pergunta diante de equipamentos que antes pareciam pertencer a outro mundo.

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