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Otto Alencar leva a PEC da Blindagem à CCJ na quarta (24) — um capítulo decisivo sobre poder, Justiça e responsabilidade 🧵

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Otto Alencar (PSD-BA) diz que vai pautar a PEC da Blindagem na quarta (24) para sepultá-la de vez 🧵 A proposta que exige aval do Congresso para processos contra parlamentares chega ao centro da CCJ — e a semana promete ser decisiva.

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A proposta, aprovada na Câmara, obriga o STF a pedir autorização ao Congresso para dar prosseguimento a ações penais contra deputados e senadores. Na prática, quem hoje atua como juiz de continuidade pode ficar à mercê de uma decisão política.

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Cena: corredores da CCJ, relator Alessandro Vieira (MDB-SE) preparando o parecer — ele já avisou que será contra. Otto quer 'sepultar' a PEC. É aqui que a narrativa vira batalha: proteção de mandato x preservação da independência judicial.

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O roteiro processual é claro: Vieira apresenta o parecer, o item abre a pauta da CCJ e vai a voto. Se aprovado, segue ao plenário; se rejeitado, pode morrer ali. Otto já afirmou anteriormente, no dia 16, que a PEC 'não passará no Senado'.

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Por trás da disputa, pressões políticas: há grupos defendendo a 'blindagem' como proteção ao mandato; críticos apontam retrocesso institucional e risco de impunidade. A discussão toca também em transparência, direitos e igualdade perante a lei.

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Qual a aposta prática? Rejeição mantém investigações e o papel do STF; aprovação muda o equilíbrio entre os poderes e pode criar barreiras a processos de corrupção. É uma escolha sobre que tipo de governança e responsabilidade queremos.

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Reflexão final: a sessão de quarta (24) não é só tecnicalidade legislativa — é um teste para a democracia brasileira: proteger mandatos ou proteger instituições? O resultado vai além dos gabinetes e impacta a confiança pública nas regras do jogo.

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