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Resumo em 10 segundos

A CCJ do Senado recebe o parecer contrário de Alessandro Vieira — um capítulo tenso sobre poderes, privilégios e responsabilidade 🧭🧵

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PEC da Blindagem tem parecer pela REJEIÇÃO na CCJ — Alessandro Vieira (MDB-SE) apresenta hoje um parecer contrário à proposta que restauraria a necessidade de autorização do Congresso para processar parlamentares 🧭🧵 A cena promete tensão e um teste para as instituições.

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A história começa com o texto aprovado pela Câmara: autorização prévia do Congresso para processar deputados e senadores e aumento de prerrogativas. Para muitos, é um avanço de proteção; para outros, um retrocesso que pode fragilizar a responsabilização política.

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Os números aparecem como personagens: levantamento do GLOBO mostra 56 dos 81 senadores contrários, 6 a favor, 3 indecisos e 16 sem resposta. No plenário seriam necessários 49 votos para seguir adiante — um patamar hoje improvável.

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Na CCJ o clima é ainda mais decisivo: dos 27 membros, 18 já declararam voto contra. Há, porém, a arma procedural do pedido de vista que pode adiar ou reshufflear o debate. Vieira, como relator, coloca no centro a argumentação jurídica que sustenta a rejeição.

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A narrativa política se desenrola com senadores divididos entre lealdades partidárias e preservação da imagem institucional. Num tom mais sutil: defender a responsabilização não é antiparlamentarismo — é insistir que privilégio não vire blindagem permanente.

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No fim, a batalha na CCJ é um pequeno espelho do que se joga em praça pública: autonomia do Parlamento vs. mecanismos de controle. Se 56 se mantiverem firmes, a PEC dificilmente segue — e a lição maior fica clara: instituições fortes pedem transparência, não silêncio.

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