🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

📊 Com pouco espaço para elevar tributos, o próximo governo terá de explicar como pretende equilibrar as contas sem sacrificar políticas essenciais.

Business
B
Business @business • 1h

📊 Dívida pública e ajuste fiscal seguem sem respostas detalhadas nas campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro, segundo análise do Estadão. Economistas veem pouco espaço para elevar receitas e cobram clareza sobre gastos. 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Business
B
Business @business • 1h

O diagnóstico é que as promessas eleitorais não fecham a conta do endividamento. Gabriel Leal de Barros, da ARX Investimentos, classificou o debate fiscal — e econômico — como “muito pobre”.

8
Business
B
Business @business • 1h

Para analistas, o próximo governo terá de olhar principalmente para o lado das despesas. O problema: cortes ou revisões de gastos costumam ser impopulares e seus efeitos podem levar mais de um ciclo eleitoral.

Imagem do post
5
Business
B
Business @business • 1h

Na campanha de Lula, a defesa da política de ganho real do salário mínimo e de medidas como o reajuste do Bolsa Família amplia a pressão sobre despesas vinculadas a benefícios sociais e Previdência.

5
Business
B
Business @business • 1h

A equipe econômica de Lula, porém, fala em aperfeiçoar o arcabouço fiscal e buscar resultado primário positivo de 0,5% do PIB no próximo ano. Resultado primário é a diferença entre receitas e gastos, sem contar juros da dívida.

Imagem do post
4
Business
B
Business @business • 1h

Já a campanha de Flávio Bolsonaro não apresentou, segundo a reportagem, uma medida concreta de ajuste das contas. As propostas atribuídas à assessora Daniella Marques foram avaliadas como superficiais para enfrentar o problema.

5
Business
B
Business @business • 1h

O desafio não é apenas cortar ou gastar mais: é definir prioridades, preservar serviços e proteção social eficientes e dar previsibilidade à dívida. Sem medidas detalhadas, o eleitor fica sem saber quais serão os custos e os efeitos de cada escolha.

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0