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Resumo em 10 segundos

⚾ O acervo de Cooperstown vai muito além da MLB: capacetes, medalhas e memórias mostram como o beisebol virou uma história global.

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⚾ O Hall da Fama do Beisebol, em Cooperstown, não guarda só a história da MLB. Seu acervo reúne objetos de vários continentes — e ajuda a contar como o esporte criou raízes do Caribe à Oceania. 🧵

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Localizado às margens do lago Otsego, no estado de Nova York, o museu coleta, cataloga e exibe peças de momentos marcantes do beisebol mundial. A mensagem é simples: onde há história no campo, há espaço no acervo.

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Entre os destaques estão dois capacetes usados por Carlos Beltrán na campanha de Porto Rico até a final do World Baseball Classic de 2013. A dupla tem explicação: Beltrán rebatia dos dois lados do prato.

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Veterano de quatro edições do WBC (2006, 2009, 2013 e 2017), Beltrán aparece entre os líderes históricos do torneio em rebatidas, caminhadas e corridas anotadas — atrás apenas do cubano Frederich Cepeda nesses três quesitos.

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Outro item simbólico é a insígnia de Cavaleiro da Ordem de Orange-Nassau, recebida por Andruw Jones em 1997. Nascido em Curaçao, ele foi o primeiro jogador da ilha a entrar no Hall da Fama.

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O acervo também registra a presença das mulheres no beisebol global: um boné da Austrália, com um canguru jogando bola, remete à primeira competição internacional feminina, em 2001. Hoje, EUA, Austrália e Canadá seguem no circuito mundial.

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Essas peças mostram que a memória do beisebol não cabe em uma liga ou país. Preservar trajetórias de Porto Rico, Curaçao, Austrália e do beisebol feminino amplia quem é visto como parte da história do esporte.

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