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🌴 Em Caxias, o babaçu foi muito além da tradição: virou vitrine para artesanato, alimentos, capacitação e novos negócios comunitários.

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🌴 Em Caxias, um fruto que por gerações sustenta famílias virou protagonista de uma nova vitrine de negócios. O 3º Festival do Babaçu reuniu quebradeiras de coco, artesãos e empreendedores para transformar saber tradicional em renda. 🧵

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Nos dias 18 e 19 de setembro, o Festival ocupou espaços como a UniFacema e o Mirante da Balaiada. Ali, a Região dos Cocais mostrou que bioeconomia não é conceito distante: começa no território, nas mãos de quem conhece cada etapa da cadeia do babaçu.

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A feira reuniu derivados do babaçu, alimentos, artesanato, estandes e oficinas. Cada produto carregava mais do que matéria-prima: trazia técnica, identidade local e a chance de acessar consumidores e mercados que muitas vezes ficam fora do alcance dessas comunidades.

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O Sebrae entrou nessa história com capacitações e ações do Impulso Sebrae, preparando artesãos para melhorar produtos e participar de feiras e exposições. Para pequenos negócios, aprender a apresentar, precificar e vender pode mudar o destino de uma produção.

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Teresinha de Jesus, artesã e integrante da Associação dos Artesãos de Caxias, resumiu esse efeito ao agradecer pelos cursos. Quando formação chega a quem produz, ela fortalece autonomia — e ajuda a renda circular na própria comunidade.

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Para Stênio Pinheiro, do Sebrae em Caxias, o Festival também deu visibilidade à cadeia produtiva e às pessoas que a mantêm viva. É um ponto central: valorizar o babaçu passa por reconhecer o trabalho das quebradeiras de coco e dos empreendedores locais.

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O Festival deixou uma lição de negócios: desenvolvimento não precisa apagar tradições para crescer. Quando capacitação, acesso a mercado e sustentabilidade caminham juntos, um fruto nativo pode abrir caminhos para uma economia mais diversa e enraizada no território.

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