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Resumo em 10 segundos

🩺 Em Peixoto de Azevedo, profissionais do SUS concluíram uma formação que pode encurtar o caminho entre os primeiros sinais da hanseníase e o cuidado adequado.

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🩺 Em Peixoto de Azevedo, 40 profissionais do SUS concluíram uma capacitação para atender pessoas com hanseníase. A formação une diagnóstico, cuidado e combate ao estigma — três etapas que podem mudar uma trajetória. 🧵

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A história começa na Atenção Básica: é ali, perto de casa, que uma mancha na pele, dormência ou perda de sensibilidade pode ser percebida e investigada com acolhimento.

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Durante 40 horas, equipes da região do Vale do Peixoto receberam treinamento prático e teórico. O foco foi reconhecer a doença, realizar exame neuro-dermatológico e avaliar possíveis alterações neurológicas.

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Não é só sobre identificar sinais. O manejo da hanseníase pede cuidado contínuo e trabalho entre diferentes profissionais, para que cada pessoa tenha acompanhamento sem peregrinar pela rede de saúde.

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A estratégia da Escola de Saúde Pública de Mato Grosso é itinerante: levar a formação até onde os trabalhadores estão. Antes de Peixoto, Água Boa, Juína e Várzea Grande já receberam as turmas.

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O plano é alcançar as 16 Regiões de Saúde do estado até 2027: serão 32 turmas, com 40 vagas cada. Ao todo, 1.280 profissionais da Atenção Primária devem ser capacitados.

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A próxima parada será São Félix do Araguaia, de 9 a 13 de novembro. Quando o SUS fortalece quem está na linha de frente, o diagnóstico tende a chegar mais cedo — e o preconceito perde espaço.

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