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🌱 A fibra que sai do Oeste baiano agora carrega dados, genética e rastreabilidade — e já reposiciona o estado no mapa do agro tech. 🧵

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🌱 O algodão da Bahia não está apenas crescendo: ele está ficando conectado. Com drones, sensores, IA e QR Codes, o estado se consolidou como o 2º maior produtor do país — e transforma cada etapa, da semente ao mercado. 🧵

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A história começa antes do plantio. Pesquisas desenvolvem cultivares mais produtivas e resistentes; depois, softwares cruzam dados de solo, clima e lavoura para orientar onde plantar e qual manejo faz sentido em cada área.

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Lá de cima, drones enxergam o que o olho humano demora a perceber: falhas no plantio, sinais de pragas e estresse hídrico. No chão, sensores ajudam a aplicar insumos com precisão — menos desperdício, mais controle sobre a produção.

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O resultado aparece na escala: a Bahia produziu 1,83 milhão de toneladas de algodão em 2025, 18,5% do total brasileiro. Em um ano, o volume estadual cresceu 23,2%, segundo o IBGE.

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Mas a inovação não para na colheita. Fardos recebem QR Codes que registram origem, qualidade e certificações. É a rastreabilidade virando passaporte comercial: compradores conseguem acompanhar a jornada da fibra até a indústria.

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Com R$ 7,85 bilhões em valor de produção em 2025, o algodão ultrapassou o cacau e se tornou o 2º produto agrícola mais valioso da Bahia, atrás da soja. O próximo desafio é fazer a infraestrutura acompanhar o ritmo do campo.

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Produtores defendem ampliar o escoamento pelo Porto de Salvador. Porque não basta colher uma safra recorde: ela precisa chegar ao mercado com eficiência. No novo algodão baiano, a tecnologia já conecta semente, dado, fibra e destino.

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