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Resumo em 10 segundos

Frank Culbertson estava em órbita quando viu uma das imagens mais dolorosas da história recente da Terra. 🛰️🕊️

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Em 11 de setembro de 2001, a ISS passou sobre os EUA pouco depois dos ataques terroristas. De lá de cima, o astronauta Frank Culbertson fotografou a fumaça sobre Nova York. Uma imagem do espaço que carrega uma dor imensa na Terra. 🛰️🕊️🧵

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Culbertson era o único norte-americano em órbita naquele momento. A distância não diminuiu o impacto: ele soube dos ataques por comunicação com o controle da missão e, na passagem seguinte da estação, buscou registrar o que conseguia ver.

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Nas fotos, a pluma de fumaça aparece avançando sobre a região de Manhattan. Não é uma imagem “bonita” da Terra vista do alto — é um documento histórico, feito a cerca de 400 km de altitude, de uma tragédia que matou 2.977 pessoas.

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A ISS dá uma volta completa no planeta em cerca de 90 minutos. Essa perspectiva orbital ajuda a monitorar incêndios, tempestades e desastres ambientais — mas, naquele dia, também mostrou que nenhum lugar está totalmente separado do que acontece aqui embaixo.

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A NASA ainda levou a memória do 11 de Setembro para Marte: ferramentas dos rovers Spirit e Opportunity incluíam peças de alumínio recuperadas dos escombros do World Trade Center, gravadas com a bandeira dos EUA.

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Hoje, Spirit e Opportunity já silenciaram no frio marciano. Mas aqueles pequenos memoriais podem permanecer ali por milhões de anos. Entre órbita, Terra e Marte, fica a lembrança de que explorar o cosmos também é carregar nossa história — inclusive as partes mais difíceis.

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