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Uma gigante cooperativa japonesa entrou no capital do Grupo Cereal, de Goiás. O acordo destrava uma nova etapa de investimentos no agro. 🌾🇯🇵

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Uma cooperativa agrícola gigante do Japão acaba de fincar um pé ainda mais forte no agro brasileiro. 🌾🇯🇵 Após aval do Cade, a Zen-Noh concluiu a compra de 30% do Grupo Cereal, de Rio Verde (GO). 🧵

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A negociação foi anunciada há pouco mais de dois meses, mas só agora virou negócio fechado. A Zen-Noh Brasil entra como sócia minoritária; a família Baraúna preserva 70% do controle da empresa.

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O Grupo Cereal não é pequeno: atua na originação de grãos, venda de insumos, processamento de soja e produção de biodiesel. Em 2025, faturou R$ 5,2 bilhões — alta de 23,8% em um ano.

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O lucro líquido avançou ainda mais rápido: chegou a R$ 292 milhões, salto de 104%. É nesse momento de expansão que o capital e a rede internacional da Zen-Noh passam a integrar a estratégia da companhia.

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A história tem um plano de fundo de R$ 800 milhões em aportes. No curto prazo, o Cereal promete anunciar novas estruturas para armazenar e receber grãos em pontos considerados estratégicos.

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Hoje, são 700 mil toneladas de capacidade estática em 14 unidades. A meta divulgada para 2026 era adicionar pelo menos 50 mil toneladas — infraestrutura que pode reduzir gargalos logísticos para produtores parceiros.

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Há também o biodiesel: a usina do grupo tem capacidade de 650 mil litros/dia, com projeto para atingir 1 milhão de litros diários a partir de 2027. Os valores da operação e dos próximos aportes seguem sob sigilo.

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A Zen-Noh traz escala global; o Grupo Cereal mantém comando local, com Evaristo Lira Baraúna na presidência do conselho e Adriano Baraúna como CEO. O próximo capítulo será medido em silos, grãos e capacidade de execução.

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