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Resumo em 10 segundos

A votação cruzou fusos, continentes e histórias de vida — e teve maior presença no segundo turno. 🌎🗳️

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Do primeiro voto na Nova Zelândia à última urna fechada no Canadá, brasileiros no exterior voltaram a se mobilizar no 2º turno. 🌎🗳️ Lula recebeu 53,9% dos votos válidos, contra 46,1% de Flávio Bolsonaro. 🧵

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A história começa com um dado que ajuda a dimensionar o desafio: dos 918,8 mil brasileiros aptos a votar fora do país, 62,7% se abstiveram no 1º turno. No 2º, porém, a participação cresceu na maior parte dos 134 países com eleitorado registrado.

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O dia eleitoral foi uma corrida pelos fusos horários. Primeiro, votaram brasileiros na Nova Zelândia e em outros pontos da Oceania. Depois vieram Ásia, África, Europa e Américas — uma democracia funcionando em diferentes relógios do mundo.

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Em Takaoka, no Japão, Hermes Minoru Kiguti, morador do país há 37 anos, percebeu mais eleitores que no 1º turno. A zona eleitoral atende três províncias: para muita gente, votar exige planejamento, deslocamento e persistência.

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Em Milão, Daniel Rodrigues Martins Junior e Rosângela Oliveira de Almeida encontraram uma votação tranquila e rápida. O local, acessível por ônibus e metrô, ajudou a encurtar a espera — um detalhe prático que pode ampliar o acesso ao voto.

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Nas cidades da Costa Oeste dos EUA e em Vancouver, no Canadá, as urnas só fecharam às 21h de Brasília. Entre filas, viagens e fusos, o recado é simples: garantir estrutura para votar também é fortalecer o vínculo democrático de quem vive longe.

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