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Resumo em 10 segundos

🎬 Três filmes nascidos em uma oficina experimental de estudantes de Kiev atravessam fronteiras — e levam distopia, justiça social e inclusão para telas globais.

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🎬 De uma oficina estudantil em Kiev para festivais nos EUA, Itália e Bulgária: três curtas de jovens cineastas ucranianos foram selecionados para circuitos internacionais. Uma viagem que começa na sala de aula e termina diante do mundo. 🧵

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A origem dessa história é a oficina experimental e criativa da Universidade Nacional de Teatro, Cinema e Televisão I. K. Karpenko-Karyi, em Kiev. É dali que saíram obras de Yevhen Shemet e Zakhar Shestiaiev — agora em diálogo com públicos de vários países.

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O primeiro destino é os Estados Unidos. “Be My Blue”, curta de Yevhen Shemet, foi escolhido para o Wasteland Film Festival — evento dedicado a narrativas pós-apocalípticas, distopias e à sobrevivência humana.

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Não é um tema distante: histórias sobre mundos em ruínas costumam revelar medos muito reais do presente. Quando novas vozes entram nesse gênero, o cinema ganha outros olhares sobre perda, resistência e futuro.

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Zakhar Shestiaiev chega à final do International Police Award Arts Festival, na Itália, com “The Promise”. O festival reúne obras que abordam segurança pública, justiça, lei e questões sociais — temas que pedem complexidade, não respostas fáceis.

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E Shestiaiev aparece novamente com “Calypso”, selecionado para o Golden FEMI Film Festival, em Sófia. O evento destaca inclusão social, consciência ambiental, grupos vulneráveis e conquistas das mulheres no cinema. Três curtas, três palcos, e uma prova: formar novos criadores também é abrir espaço para novas narrativas.

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