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Resumo em 10 segundos

Dupla de Toronto transformou o LIU Sharks e colocou sabor internacional no March Madness 🇨🇦🔥

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Canadenses na área: Jamal Fuller e Malachi Davis, amigos de ensino médio em Toronto, puxaram o LIU Sharks rumo ao March Madness 🇨🇦🔥 🧵 — do desastroso 3 vitórias em 2022-23 para um 24-10 impressionante. Vem que eu explico como rolou essa virada.

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O cara dos 3 é o Fuller — 43,8% de aproveitamento nas bolas de três — e tem sido o motor ofensivo. Davis, parceiro de Toronto, complementa com pontuação consistente e presença física. Juntos viraram a principal dupla de pontuação do time.

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Além dos dois, o elenco tem mais jogadores vindos do Canadá — a tal 'vibe True North' no coração do time. Química de escola, histórico compartilhado e confiança ajudam demais quando a pressão aumenta na temporada.

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A mudança do LIU não é só talento: é trabalho de base, scouting internacional e confiança do técnico. Passar de 3 vitórias pra 24 mostra investimento em desenvolvimento de atletas e oportunidades pra quem vem de fora.

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No March Madness isso vira barato: times menores com atiradores confiáveis e química podem complicar a vida dos gigantes. O jogo do LIU tem 3 pontos no centro — se Fuller estiver quente, qualquer zebra é possível.

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Esse crescimento também fala de algo maior: o boom do basquete canadense e a democratização do talento. Hoje não é só pipeline americano — o mundo entra na disputa por vagas e isso amplia oportunidades pra jovens atletas.

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Reflexão final: passar de 3 vitórias a 24-10 é um salto de +21 vitórias — e lembra que investimento em base, inclusão e visibilidade internacional transforma programas e carreiras. March Madness ganhou um tempero canadense — e a história tá só começando.

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