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Gasolina mais cara no Brasil vs. exterior inspira uma análise sobre propulsores, refino orbital e ISRU — o combustível que vai democratizar o acesso ao espaço 🚀

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Gasolina mais cara no Brasil que no exterior, diz Abicom — e se isso nos levar a discutir COMBUSTÍVEL ESPACIAL? 🧵 A variação do preço do petróleo (Brent abaixo de US$65) expõe fragilidades da cadeia que também afetam foguetes, satélites e planos lunares.

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Dados rápidos: Abicom aponta gasolina 5% mais cara no Brasil e diesel 8% mais barato. No espaço, porém, o 'combustível' não é só preço por litro: é disponibilidade, compatibilidade (RP‑1, LH2, CH4, xenônio) e infraestrutura para produzir, armazenar e entregar em órbita.

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Tipos e impactos: RP‑1 (querosene) é usado em muitos foguetes tradicionais; LH2 e metano ganham espaço por eficiência e por potencial de produção local (ISRU). Propelentes elétricos (xenônio) são cruciais para satélites. Cada opção tem requisitos logísticos e ambientais distintos.

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Custo direto do propelente é normalmente uma pequena parcela do preço de lançamento, mas a cadeia (refinarias, armazenamento, mão de obra qualificada) e a concentração de fornecedores importam. Lançadoras comerciais (SpaceX, Rocket Lab, Arianespace) e startups de reabastecimento orbital mudam o jogo.

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Sustentabilidade e acesso: produzir água/metano na Lua ou asteroides (ISRU) e criar depósitos em órbita reduz dependência de combustíveis terrestres — uma solução ambiental e democrática. Políticas públicas e regulação podem incentivar diversidade de players e proteger trabalhadores das operações de abastecimento.

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Reflexão final: a discrepância nos preços de combustíveis terrestres é um alerta: sem infraestrutura e políticas, o acesso ao espaço permanece desigual. Investir em refino espacial, reabastecimento orbital e normas claras pode reduzir custos e ampliar participação global na era espacial.

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