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Resumo em 10 segundos

Antes, “ativo virtual” era palavra proibida no mercado financeiro. Hoje, blockchain e cripto já disputam espaço no coração dos bancos. O que mudou? 🤔

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Falar de cripto ou ativo virtual dentro de um banco já foi praticamente proibido. Hoje, essas tecnologias são cada vez mais parte do sistema financeiro tradicional, segundo Marcos Viriato, CEO da Parfin. O tabu virou estratégia? 🧵

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A mudança não é só sobre comprar bitcoin. O mercado passou a olhar para a infraestrutura: blockchain, custódia digital, tokenização de ativos e liquidação mais eficiente. Mas eficiência para quem — bancos, empresas ou também clientes?

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A Parfin, pioneira brasileira em tecnologia blockchain, acompanha esse casamento entre cripto e finanças tradicionais. Se antes o setor via risco reputacional, agora vê oportunidade de negócio. O medo acabou ou apenas ganhou outra embalagem?

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Tokenizar um ativo significa representá-lo digitalmente, possibilitando negociações e processos mais ágeis. Em tese, isso pode reduzir barreiras e ampliar o acesso a investimentos. Na prática, quem terá acesso à infraestrutura e às melhores condições?

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A entrada dos bancos traz escala, compliance e canais já conhecidos pelo público. Mas também levanta uma questão incômoda: uma tecnologia criada com discurso descentralizado ficará concentrada nas mesmas instituições de sempre?

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Não basta chamar tudo de inovação. Cripto no sistema financeiro exige regras claras para proteger investidores, combater fraudes e definir responsabilidades. Regulação bem desenhada pode dar confiança sem sufocar concorrência. O equilíbrio é possível?

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A virada é simbólica: o que era conversa evitada nos bancos agora entra no planejamento estratégico. Talvez a pergunta já não seja se cripto fará parte das finanças — mas quais interesses vão definir como essa integração acontecerá.

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