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Resumo em 10 segundos

Tiago e Felipe, ambos com 14 anos, transformaram curiosidade, sensores e R$ 299 em uma conquista nacional. 🛰️✨

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Aos 14 anos, dois estudantes de Limeira (SP) criaram um satélite do tamanho de uma latinha, venceram a Olimpíada Brasileira de Satélites e agora se preparam para vê-lo subir a 28 km de altitude. 🛰️🧵

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A história começa longe de um grande laboratório espacial. Tiago Vitor de Oliveira Ferreira e Felipe Henrique Alves de Souza construíram o EduSat: um CanSat, sigla para “satélite em lata”. Pequeno no tamanho, enorme na ambição.

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Por cerca de R$ 299, o EduSat reúne sensores, armazenamento de dados, transmissão de informações e uma câmera. Durante o voo, ele deverá registrar imagens e medições para serem analisadas depois da aterrissagem.

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O próximo capítulo será literalmente nas alturas: o aparelho passará por testes antes de seguir preso a um balão meteorológico até 28 km. Isso é estratosfera — uma região onde o céu escurece e a curvatura da Terra começa a aparecer.

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A vitória veio na fase 3 da OBSAT, que inclui o lançamento estratosférico. Depois, ainda há um desafio maior: adaptar o protótipo para um lançamento suborbital. Cada etapa transforma teoria em experiência real de engenharia.

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Mas o EduSat não nasceu só para voar. A dupla quer levá-lo a escolas públicas com oficinas de engenharia e programação. Também preparou apostilas e um agente de IA para ajudar outros alunos a construir seus próprios projetos.

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Felipe resume o espírito do projeto no lema: “Toda criança pode ser cientista”. Quando equipamentos acessíveis e educação científica chegam a mais pessoas, o espaço deixa de parecer distante — e passa a caber numa latinha.

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