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Resumo em 10 segundos

🌎 A corrida ao Planalto tambĂ©m virou uma disputa sobre fronteiras, comĂ©rcio e diplomacia. O que os presidenciĂĄveis propĂ”em para o Brasil lĂĄ fora?

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🌎 A campanha presidencial chegou Ă s fronteiras do Brasil: China, EUA, Brics, Mercosul, narcotrĂĄfico e atĂ© bomba atĂŽmica entraram nos programas dos candidatos ao Planalto. O debate agora Ă©: que voz o paĂ­s quer ter no mundo? đŸ§”

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Em BrasĂ­lia, cinco candidaturas com melhor desempenho nas pesquisas desenham rotas diferentes para o Itamaraty: Lula, FlĂĄvio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos. HĂĄ discordĂąncias profundas — e algumas promessas ainda bastante genĂ©ricas.

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O cenårio ajuda a explicar a tensão: tarifas impostas pelo governo Donald Trump ao Brasil recolocaram Washington no centro da campanha. Ao mesmo tempo, a China segue decisiva para exportaçÔes, empregos e investimentos brasileiros.

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Na segurança regional, FlĂĄvio Bolsonaro e Zema usam o conceito de “narcoterrorismo”, defendido pelos EUA. Os demais falam em cooperação contra o crime organizado. A diferença nĂŁo Ă© sĂł de nome: ela afeta limites da ação militar, soberania e direitos nas fronteiras.

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Outro capĂ­tulo Ă© a OCDE. FlĂĄvio Bolsonaro, Caiado e Zema querem retomar a adesĂŁo; o governo Lula interrompeu o processo, embora o Brasil permaneça participante. A discussĂŁo envolve padrĂ”es econĂŽmicos, transparĂȘncia — e espaço para polĂ­ticas pĂșblicas prĂłprias.

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Brics e Mercosul viraram símbolos de projetos opostos. Lula defende sua atuação no bloco; Zema propÔe uma ruptura maior com o Brics e mudanças profundas no Mercosul. Caiado e Renan também apresentam propostas para a integração regional.

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Mas há uma lacuna comum: os programas, em geral, não detalham metas, orçamento ou compromissos verificáveis. Diplomacia não cabe só em slogans — ela mexe com preço de produtos, empregos, clima, tecnologia, segurança e a capacidade do Brasil de decidir seu futuro.

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