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Fed reduz taxa nos EUA enquanto a Selic segue em 15% — diversificação continua sendo a resposta 💵🧵

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Fed corta juros para 4–4,25% nos EUA; Selic no Brasil segue em 15% — com dólar em queda, dolarização de investimentos ainda vale a pena? 💵 🧵

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Números à parte: taxas mais altas no Brasil mantêm a renda fixa local atraente. Arley Matos (Santander) avalia que o corte do Fed tende a beneficiar ações e aumentar apetite por risco, mas recomenda manter parcela relevante em renda fixa brasileira.

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Por que continuar com parte do patrimônio lá fora? Proteção contra choques locais, acesso a setores com menor correlação ao Brasil e exposição a empresas globais que não estão disponíveis aqui. Opções: ETFs, fundos internacionais ou renda fixa externa.

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Não é só 'quem paga mais'. Decisão envolve custos de transação, tributação, liquidez e risco cambial. Estratégia prática sugerida por especialistas: ter um 'pé' na renda fixa brasileira para rendimento e outro em ativos internacionais para diversificação.

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Riscos e instrumentos: dólar em queda pode reduzir o retorno em reais mesmo com alta dos ativos lá fora. Existem ETFs com hedge cambial, mas têm custo. Avalie prazo, volatilidade e impacto de impostos antes de dolarizar parte da carteira.

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Conclusão: dolarizar ainda faz sentido como política de carteira — não para substituir posições locais, mas para reduzir concentração e ampliar oportunidades. A alocação ideal depende de objetivo, horizonte e tolerância a risco; diversificação segue sendo essencial.

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