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Resumo em 10 segundos

Dólar sobe a R$5,42 e pressiona exportadores na B3 — entenda os riscos, quem ganha/perde e o que falta em política econômica 💸

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Dólar hoje: R$ 5,36 à venda, após máxima de R$ 5,41625 — movimento que pressiona exportadores na B3 🧵

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Na semana a mínima foi R$ 5,2965. A cotação reflete fluxos internacionais e expectativas fiscais no Brasil. Enquanto o Ibovespa soma alta de 28,79% no ano, o câmbio mostra que a recuperação ainda é frágil — ações sobem, mas o risco cambial persiste.

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Contradição aparente: por que exportadores sofrem com dólar mais alto? Possíveis explicações: custos importados em US$, perdas em derivativos (mark-to-market), volatilidade que aumenta prêmio de risco e queda de demanda nos mercados externos. Nem todos os setores reagem igual.

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Expectativas fiscais importam: incerteza sobre receitas e gastos eleva prêmio de risco e pressiona o câmbio. O Banco Central pode intervir, mas sem clareza fiscal a solução é temporária. Políticas públicas deveriam incluir medidas para proteger pequenas empresas e empregos diante de choques cambiais.

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O que empresas e investidores podem fazer agora: mapear exposição cambial, considerar hedge (futuros/opções) com critério, buscar hedge natural (ajuste de preços/insumos) e revisar linhas de crédito em reais. Lembre: hedges reduzem risco, mas têm custo e volatilidade contábil.

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Alerta de sustentabilidade do rally: Ibovespa +28,79% pode concentrar ganhos em grandes players e setores exportadores/commodities. Fluxos internacionais são voláteis — reversão rápida de capital pode reverter ganhos. É hora de discutir regulação que promova acesso a instrumentos financeiros para empresas menores.

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Reflexão final: dólar sustentado acima de R$5,40 expõe duas urgências — gestão de risco corporativo e mais transparência fiscal. Se a alta persistir, veremos realocações de renda: alguns ganham, muitos ficam expostos. A pergunta é prática: estamos construindo mercados resilientes e inclusivos?

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