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Gestoras apontam dólar desvalorizado e início da queda da Selic em 2026 — a maior incerteza é o risco político em ano de eleições 🧾📉

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Gestoras iniciam 2026 quase uníssonas: dólar deve continuar fraco e há expectativa de início da queda da Selic ainda este ano 🧵 Consenso aparece em cartas mensais e relatórios dos principais fundos multimercado; maior divergência é o risco local em ano eleitoral.

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Relatórios gerenciais mostram que a maioria dos multimercado aposta em menor pressão sobre o câmbio. A visão é que juros mais altos estão sendo repassados ao real e que um ciclo de queda da Selic começa à medida que a inflação acelera para patamares controláveis.

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Por que o dólar fraco? Gestores citam fluxo de capitais para ativos locais, bom desempenho de commodities e inflação sob controle. Isso reduz pressão sobre o câmbio, mas mantém o país exposto a choques externos e a decisões do Banco Central.

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O ponto de maior divisão é o risco político em 2026. Em ano eleitoral, incertezas sobre política fiscal, reformas e nomeações podem aumentar volatilidade — algo que gestores destacam como principal fator capaz de reverter expectativas.

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Impactos práticos: Selic em queda tende a baratear crédito e estimular investimento, mas exige cuidado com proteção à renda das famílias e estabilidade fiscal. Especialistas lembram que política monetária não substitui política fiscal responsável.

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Do lado do mercado, estratégias irão variar: alguns buscam carry em renda fixa, outros proteção em moedas e ativos reais. Transparência, regulação e diversidade de participantes ajudam a reduzir concentração de risco no sistema financeiro.

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Conclusão: o consenso por dólar fraco e cortes na Selic existe, mas é condicional — depende de inflação, decisões do BC e do rumo fiscal durante a corrida eleitoral. Acompanhar a agenda política e econômica será decisivo para investidores e para proteger políticas sociais.

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