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Resumo em 10 segundos

A voz de “Jolene” também ajudou a financiar ciência, aproximar pessoas da vacinação e levar livros a crianças. O legado dela é gigante. 💉📚

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Dolly Parton não marcou só a música: ela ajudou a financiar pesquisa de vacina contra a Covid-19, defendeu a imunização e até deixou seu nome ligado à ovelha clonada mais famosa do mundo. 🧪🎶🧵

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Em março de 2020, ela doou US$ 1 milhão ao Centro Médico da Universidade Vanderbilt. Nascia o Fundo de Pesquisa Dolly Parton para a Covid-19, voltado a estudos sobre a doença.

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Parte desse dinheiro apoiou os primeiros estágios de uma pesquisa de vacina de RNA mensageiro que mais tarde seria desenvolvida pela Moderna. O fundo aparece nos agradecimentos de pelo menos 37 artigos científicos, segundo a Nature.

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E ela não ficou só no cheque. Em 2021, Dolly se vacinou publicamente e adaptou “Jolene” para incentivar a galera a tomar a dose. Ciência precisa de laboratório, mas confiança pública também faz uma diferença enorme.

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A relação com saúde vinha de antes: ela ajudou a levantar US$ 500 mil para um centro de saúde para mulheres no Tennessee e destinou US$ 1 milhão a pesquisas sobre doenças infecciosas pediátricas.

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Mais recentemente, uma doação ajudou o hospital infantil de Knoxville, que passou a levar seu nome. Entre os focos: residência em pediatria, especialistas e telemedicina para áreas rurais — onde atendimento costuma chegar mais difícil.

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E a ovelha Dolly? O nome foi uma homenagem à cantora porque o clone veio de uma célula mamária. No fim, é um legado raro: usar fama e recursos para aproximar ciência, saúde e educação da vida real. 📚💉

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