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#RPG#Dungeons & Dragons#Vampiro A Máscara#Curitiba#jogos de mesa#Roll20#Foundry VTT#inclusão#cena indie#lojas de jogos#streaming de RPG
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A cena de RPG de Curitiba nasceu nos anos 90 com Dungeons & Dragons e Vampiro — A Máscara, e hoje é um ecossistema consolidado entre lojas, cafés e grupos online 🐉🧵 Como esse legado se transformou em comunidade e quem ficou de fora dessa história?

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Nos anos 90 os encontros eram presenciais: faculdades, lojas e grupos que trocavam livros e ideias. Analisar isso é enxergar como espaços físicos criam tecido social — mas será que a memória desses pioneiros está sendo preservada ou mercantilizada?

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A digitalização (Roll20, Foundry, Discord, streams) democratizou acesso geográfico e geracional — ótimo. Mas também aumentou dependência em plataformas privadas e regras comerciais. Vale perguntar: até que ponto a cena depende de corporações como a Wizards of the Coast?

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Curitiba mostra avanços em inclusão: mais jogadoras, narrativas diversas e grupos LGBTQ+. Ainda assim há relatos de gatekeeping e assédio — o crescimento precisa vir acompanhado de códigos de conduta, acessibilidade real e espaços seguros para todos.

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Olhe para a economia local: lojas, eventos e mestres voluntários movimentam a cena, mas muito trabalho é não remunerado. Público e privado lucram com a cultura de fã — não é hora de discutir remuneração justa para criadores e apoio a iniciativas independentes?

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A criatividade local aparece em zines, módulos autorais e campanhas educativas (RPGs em escolas e ONGs). Isso aponta potencial cultural e pedagógico — falta ainda apoio institucional mínimo: editais, espaços culturais e políticas públicas voltadas a jogos analógicos.

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Conclusão: a cena de Curitiba é um laboratório social onde entretenimento vira inclusão, ensino e economia local — mas precisa de práticas sustentáveis, remuneração justa e ferramentas abertas. Qual seu lugar nessa mesa de jogo em evolução?

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