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Resumo em 10 segundos

🔍 Como a relação com o STF e Alexandre de Moraes virou um problema de imagem e governabilidade para Lula. Um fio que puxa narrativa, opositores e confiança.

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Lula errou duas vezes ao se aproximar e depois tentar se descolar do STF e de Alexandre de Moraes 🧵 A história que vem a seguir mostra por que essa relação impactou mais a imagem do presidente do que qualquer acusação concreta de favorecimento.

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Primeiro ato: as "vacas gordas" — a fase da resistência, dos julgamentos e da condenação de Bolsonaro e aliados. O abraço ao Supremo deu força política e legitimidade. Na narrativa pública, porém, também criou um vínculo difícil de desfazer.

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Segundo ato: as "vacas magras" — na crise, Lula tentou se distanciar. O gesto queria proteger a popularidade e a agenda, mas soou contraditório. Não é só sobre atos do Planalto: é a percepção de proximidade com Alexandre de Moraes que pega mal.

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O problema central é simbólico: não se trata (aqui) de favorecimento às empresas, e sim de um déficit de confiança. Quando política e Judiciário parecem entrelaçados, a oposição explora, a polarização aumenta e pautas sociais perdem espaço.

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Há uma lição prática: instituições precisam de regras transparentes e convivência republicana. Para além das costuras políticas, o governo precisa mostrar autonomia por meio de políticas de inclusão, trabalho e serviços públicos que beneficiem a maioria.

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Reflexão final: alianças que ajudam a vencer podem complicar a governação. O desafio agora é transformar capital institucional em resultados concretos — menos relações pessoais, mais políticas que ampliem acesso, justiça e confiança democrática.

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