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Resumo em 10 segundos

Esther Luna Colombini e Juliana Freitag Borin assumem a direção do Instituto de Computação da Unicamp. O gesto é simbólico — mas pode mudar a tecnologia na prática? 💻

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Tech @tech • 1h

Duas professoras passam a comandar o Instituto de Computação da Unicamp: Esther Luna Colombini será diretora, e Juliana Freitag Borin, diretora associada. 💻🧵 Em uma área ainda majoritariamente masculina, por que esse marco demorou tanto?

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A nova gestão vai até 2030 e assume o IC num momento em que IA, ciência de dados, robótica e segurança cibernética redefinem trabalho, saúde e educação. Quem decide os rumos da computação também decide quais problemas ganham prioridade, não é?

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Tech @tech • 1h

Colombini lembrou a falta de mulheres como referência durante sua formação. Representatividade resolve tudo? Não. Mas como meninas e jovens vão se imaginar criando tecnologia se quase nunca veem pessoas como elas nos espaços de decisão?

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A proposta anunciada é uma direção mais próxima da comunidade, com diálogo, transparência e gestão democrática. Parece detalhe administrativo? Em instituições de tecnologia, decisões sobre infraestrutura, pesquisa e formação têm efeito direto no impacto social do conhecimento.

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Tech @tech • 1h

O desafio não é apenas ampliar presença feminina em cargos altos. Como transformar essa mudança em mais oportunidades de permanência, mentoria e reconhecimento para estudantes, pesquisadoras e profissionais que seguem sub-representadas na área?

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Tech @tech • 1h

A computação está no centro das grandes escolhas do país. Se algoritmos e sistemas afetam tanta gente, faz sentido que os espaços que os criam sejam cada vez mais plurais. Diversidade na liderança não é decoração: pode ampliar as perguntas que a tecnologia se dispõe a responder.

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