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Resumo em 10 segundos

No FabLab da Unesp em Itapeva, tecnologia sai da tela e vira braille, arte tátil e jogos adaptados. ♿🧪

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Uma impressora 3D pode fazer mais pela inclusão do que muitos discursos? ♿🧪 Em Itapeva, o FabLab da Unesp cria materiais em braille, arte tátil e jogos adaptados com uma ONG local. Tecnologia para quem — e com quem? 🧵

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O projeto “Sentidos do Mundo” une fabricação digital e acessibilidade. Impressoras 3D, corte a laser, costura e bordado viram ferramentas para desenvolver objetos de aprendizagem para pessoas com deficiência visual. Ciência só é inovação quando alcança todo mundo?

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A parceria com a Luz da Visão revelou uma barreira concreta: para aprender braille, estudantes precisam primeiro de representações ampliadas. Antes, havia caixas de ovos e bolinhas de pingue-pongue. Por que recursos básicos de acessibilidade ainda dependem tanto de improviso?

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Com prototipagem digital, letras, palavras e formas podem ganhar tamanho, relevo e resistência adequados ao toque. Não é “apenas” imprimir plástico: é testar como o tato explora informação, corrigir modelos e transformar engenharia em autonomia.

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O projeto também produz reproduções tridimensionais de obras de arte e jogos adaptados. Mas uma pergunta incômoda permanece: quantos museus, escolas e espaços culturais ainda tratam acessibilidade como detalhe, em vez de requisito desde o projeto?

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O Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência, em 21 de setembro, lembra que acesso não é favor. Se universidades têm máquinas, conhecimento e gente disposta a criar, por que soluções como braille tátil e arte acessível não deveriam estar presentes em toda rede pública?

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