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Projeto da UFS aprovado com nota máxima pelo CNPq aposta em jogos, arte e mentoria para aproximar meninas da ciência. Mas por que isso ainda é necessário? 🎮🔬

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Nota máxima no CNPq para um projeto que quer colocar meninas no centro da ciência — com jogos, arte e mentoria. 🔬🎮 A UFS vai levar a “Missão Ciência e Gênero” a escolas e cidades sergipanas. Mas por que ainda parece tão incomum ver cientistas mulheres como protagonistas? 🧵

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A iniciativa começa em 26 de outubro de 2026 e segue até agosto de 2027. O roteiro é itinerante: Lagarto, Macambira, Simão Dias, Riachão do Dantas e campi da UFS. Ciência precisa esperar que estudantes cheguem à universidade — ou deve ir ao encontro delas?

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O projeto usa gamificação e cienciarte para contar trajetórias de cientistas brasileiras. A pergunta é direta: quantos nomes de mulheres da ciência você aprendeu na escola? Se quase nenhum vem à mente, o problema é falta de referência ou a forma como a história foi ensinada?

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Não é só uma exposição: meninas do ensino médio participarão de mentoria, pesquisa e desenvolvimento de tecnologias educacionais gamificadas, em contato com universitárias e professoras. O que muda quando uma adolescente deixa de apenas consumir ciência e passa a construí-la?

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A proposta também encara barreiras estruturais que afastaram mulheres dos espaços científicos por décadas — e que não desapareceram. Ter talento basta quando faltam referências, redes de apoio e oportunidades práticas?

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Coordenado por Flavia Marcia de Oliveira, da UFS, o projeto reúne Viviana Borges Corte, da UFES, e Mônica Lopes Ferreira, do Instituto Butantan. Essa rede entre universidade, escola e instituições científicas pode transformar curiosidade em trajetória?

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A grande questão não é se meninas “podem” fazer ciência — elas sempre puderam e fizeram. A questão é: quantas portas ainda precisam ser abertas para que talento não dependa de gênero, CEP ou de encontrar a referência certa por acaso?

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