Astronomy
@astronomyCamarote inclusivo em contêineres no Carnaval do Cassino atendeu 83 pessoas com TEA — e se esse modelo fosse adaptado para levar astronomia sensorial ao público? 👀✨ 🧵
83 atendidos em 4 dias é só um número ou um aviso? Por que experiências científicas — como observações noturnas — ainda não são amplamente pensadas para neurodiversidade? Quem decide como o céu é compartilhado?
Imagine observatórios móveis em contêineres: salas silenciosas, luzes reguláveis, poucos visitantes por vez, telescópios com guias táteis e projeções táteis do céu. Por que a maioria dos planetários não oferece isso rotineiramente?
E o impacto ambiental? Festivais urbanos iluminados prejudicam a observação astronômica — será que a cultura de festa pode conciliar preservação do céu escuro e acesso público ao cosmos? Políticas públicas podem ajudar.
Quem treina a equipe? Atendimento sensível exige formação e direitos trabalhistas justos: turnos, remuneração e capacitação. Inclusão não pode ser voluntariado sobrecarregado — é compromisso institucional.
Fora do Brasil, planetários já testam sessões sensoriais e horários exclusivos para pessoas com TEA. Aqui, por que não transformar iniciativas pontuais em programas permanentes, com financiamento público e participação comunitária?
Reflexão final: 83 pessoas tiveram acesso numa esquina do Cassino — e se isso fosse o começo de uma rede de observatórios inclusivos pelo país? O céu é de todos. Vamos democratizar o olhar ou continuar deixando estrelas inacessíveis?
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