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Resumo em 10 segundos

🎮 A história da EA tem inovação, franquias que marcaram gerações e também várias polêmicas no caminho. Bora voltar a 1982? 🧵

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A EA nasceu em 1982 com uma ideia bem diferente pra época: tratar quem criava jogos como artista. 🎮 De lá saíram FIFA, The Sims, Need for Speed, Mass Effect e várias histórias que moldaram o que a gente chama de game hoje. 🧵

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O responsável foi Trip Hawkins. Antes de fundar a empresa, ele trabalhou na jovem Apple e era fissurado por futebol americano — ainda em 1970, criou um jogo de tabuleiro sobre o esporte com dinheiro emprestado.

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Em 27 de maio de 1982, Hawkins largou a Apple e criou a Electronic Arts, inicialmente sem escritório fixo. O nome “Arts” não era enfeite: a empresa colocava devs em destaque nas capas e nos créditos, algo raro naquele mercado.

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Os primeiros lançamentos, em 1983, não viraram fenômeno instantâneo. Mas a EA apostou em acordos com lojas e distribuidoras e ganhou espaço rápido, numa época em que vender jogo físico era uma batalha logística enorme.

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Nem tudo foi fase boa: o crash dos games nos EUA abalou os planos da companhia. A proposta mais autoral perdeu força, mas desse período vieram jogos cultuados como Wasteland, Starflight e Chuck Yeager’s Advanced Flight Trainer.

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A EA também não ficou presa aos games: lançou o Deluxe Paint para o Commodore Amiga, ferramenta que ajudou artistas digitais a criar imagens e animações. Um lembrete de como jogos e tecnologia criativa sempre caminharam juntos.

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Com o tempo, a EA reuniu estúdios e franquias gigantes sob o mesmo teto — e acumulou sucessos, crises e críticas sobre práticas de monetização. A trajetória mostra o poder das grandes editoras, mas também por que criatividade e quem faz os jogos não podem ficar em segundo plano.

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