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🌱 Itaú, Banco do Brasil e Bradesco concluíram a alocação do 1º leilão do programa. Saneamento, energia e economia circular estão entre os destinos.

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🌱 Quase R$ 17 bilhões já foram alocados pelo Eco Invest Brasil em projetos sustentáveis. Itaú, Banco do Brasil e Bradesco concluíram os investimentos ligados ao 1º leilão do programa, combinando recursos públicos e capital privado. 🧵

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O Itaú executou R$ 8,4 bilhões, maior volume entre as instituições no primeiro leilão. Desse total, R$ 1,35 bilhão veio diretamente do programa e R$ 7,05 bilhões foram mobilizados junto ao setor privado.

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Foram 16 operações do Itaú em quatro frentes: economia circular, transição energética, infraestrutura verde e adaptação e bioeconomia. A lógica é usar recursos públicos para reduzir riscos e atrair financiamento privado.

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No saneamento, operações com Sabesp e Aegea somaram R$ 2,67 bilhões. Segundo o banco, os projetos podem beneficiar cerca de 1 milhão de pessoas com expansão e modernização de água e tratamento de esgoto.

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O Banco do Brasil alocou 100% dos R$ 4,8 bilhões previstos e informou alavancagem de seis vezes. Os recursos foram para saneamento, reflorestamento, biocombustíveis, construções sustentáveis, circularidade e eficiência energética.

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O Bradesco destinou R$ 3,6 bilhões no primeiro leilão. Já no 5º leilão, homologado nesta semana, venceu três de seis frentes, com potencial de R$ 28,5 bilhões em cadeias como fertilizantes verdes, bioinsumos e química verde.

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A nova rodada recebeu R$ 181,3 bilhões em propostas e aprovou potencial de R$ 49,95 bilhões em investimentos. O desafio agora é transformar essa engenharia financeira em projetos entregues, com resultados ambientais e serviços melhores para a população.

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