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Resumo em 10 segundos

O Brasil entra em 2026 em fase de ajuste: inflação, Selic, mercado de trabalho e choques externos definem o rumo ⚖️🧭

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O que esperar da economia brasileira em 2026? 🧭🧵 Economistas e estudantes — João Pedro Godinho, Luiz Rezende e o dr. Luiz Carlos Day Gama — dizem que 2026 será um ano de 'calibração fina': ajuste entre política monetária, fiscal e objetivos de emprego e inflação.

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Política monetária: a inflação está em queda, mas ainda vulnerável a choques. O Banco Central monitorará expectativas e preços administrados; espaço para corte da Selic depende da ancoragem das expectativas e dos dados de inflação core.

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Política fiscal e investimentos: há pressão para manter regras fiscais e, ao mesmo tempo, sustentar programas sociais e investimentos em infraestrutura e transição energética. Os autores apontam que priorizar inclusão e produtividade melhora a sustentabilidade do ajuste.

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Influências externas: demanda chinesa, preços de commodities e a direção da política do Fed afetam câmbio e fluxos de capital. Exportações podem sustentar o crescimento, mas tornam a economia mais sensível a volatilidade externa.

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Mercado de trabalho: desemprego ainda acima do ideal, com alta informalidade e perda de rendimento real. As propostas destacadas incluem políticas ativas de emprego, qualificação profissional e estímulos à formalização para reduzir desigualdade e fortalecer consumo.

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Conclusão: 2026 pode entregar crescimento moderado se houver coordenação entre Banco Central e governo, proteção às camadas mais vulneráveis e foco em investimentos sustentáveis. Sem clareza fiscal, o risco é maior volatilidade e impacto social.

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