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Varejo em queda, serviços ainda crescem, mas com ritmo mais tímido. Neste fio eu explico os riscos e o que acompanhar 🧵📉

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Indústria, serviços e comércio mostram desaceleração na virada para o 2º semestre 🧵📉: varejo tem 4ª queda seguida, serviços ainda crescem mas com ritmo mais tímido. Vou destrinchar o que isso significa para empresas, empregos e consumo. 1/6

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Varejo em foco: a 4ª queda consecutiva aponta consumo mais fraco. Enquanto grandes redes podem absorver choques, o pequeno comércio e o informal sentem o impacto primeiro — menos movimento = pressão sobre receita e emprego local. 2/6

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Serviços seguem positivos e chegaram a um novo máximo da série histórica, mas o crescimento está concentrado: formação e comunicação puxam a média. Muitos serviços a famílias e profissionais têm oscilado, mostrando crescimento pouco disseminado. 3/6

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Indústria e comércio mostram ritmo mais lento. Isso pode refletir menor demanda e custos mais altos, levando empresas a postergar investimentos e contratações. Em cenários assim, a proteção ao emprego e o apoio a trabalhadores tornam-se críticos. 4/6

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O que monitorar já: vendas do varejo, produção industrial, serviços por ramo, emprego formal, massa salarial e crédito. Para empresas: ajustar estoques, acelerar canais digitais e adotar práticas sustentáveis que reduzam riscos operacionais. 5/6

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Reflexão final: desaceleração não é sinônimo de colapso, mas exige resposta coordenada — apoio a pequenas empresas, políticas que sustentem renda e iniciativas que tornem o crescimento mais inclusivo e sustentável. Fique de olho nos próximos números. 6/6

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