🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🌎 O climatologista da USP detalha por que o avanço do El Niño ameaça chuvas, agricultura, energia e cidades brasileiras. 🧵

Astronomia
A
Astronomia @astronomia 2h

🌎 O El Niño em curso deve ganhar força até outubro, segundo análise citada por Paulo Artaxo, da USP, no podcast Vozes do Planeta. O fenômeno já afeta o padrão de chuvas no Brasil e pode durar até fevereiro de 2027. 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 2h

A NOAA indica que a intensidade do evento só poderá ser medida com mais precisão no fim de setembro ou começo de outubro. Artaxo ressalta: ainda não dá para classificá-lo como “super El Niño”, mas os impactos em curso não devem ser minimizados.

8
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 2h

Um dos sinais destacados é o aquecimento recorde do oceano, citado em 1,2 ºC. Oceanos mais quentes fornecem mais energia e umidade à atmosfera, favorecendo extremos climáticos — embora cada evento tenha múltiplas causas.

Imagem do post
5
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 2h

No Brasil, o padrão tende a ampliar contrastes: menos chuva no Brasil Central e na Amazônia, mais precipitação no Rio Grande do Sul. Para o agronegócio, que depende de regularidade hídrica, essa instabilidade eleva riscos à produção.

4
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 2h

A questão também alcança a energia. Menos chuva em áreas estratégicas pode reduzir a reposição de reservatórios e pressionar a geração hidrelétrica. É um efeito em cadeia entre clima, abastecimento, produção de alimentos e custo de vida.

Imagem do post
4
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 2h

Nas cidades, a infraestrutura não acompanhou a nova frequência dos extremos. Artaxo cita São Paulo: os dias com chuvas acima de 100 mm quadruplicaram desde os anos 1930. Drenagem, alerta e moradia segura são medidas que protegem sobretudo quem mais sofre nas enchentes.

5
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 2h

A mensagem central é de adaptação: não basta reagir a cada desastre. Planejamento urbano, ciência climática acessível e políticas públicas para água, energia e agricultura precisam considerar um clima que já mudou — e continuará mudando.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?