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Resumo em 10 segundos

Mulheres decidem eleições nas urnas, mas seguem sub-representadas nos núcleos onde estratégias presidenciais são desenhadas. 🗳️

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Mulheres são 52,84% do eleitorado brasileiro. Mas, quando a porta se fecha para a reunião onde campanhas presidenciais definem estratégia, comunicação e propostas, elas ainda entram em minoria. 🗳️🧵

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Um levantamento da GloboNews olhou para o “núcleo duro” das campanhas de 2026: quem coordena áreas como marketing, jurídico, economia, mobilização e logística — postos que ajudam a decidir os rumos de uma candidatura.

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Entre as equipes que apresentaram nomes, Flávio Bolsonaro aparece com o maior número de mulheres: 10 em 26 integrantes identificados. Ainda assim, elas representam menos de 40% do time informado pela campanha.

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Depois vêm Renan Santos e Ronaldo Caiado, com seis mulheres cada; Romeu Zema, com cinco; e Augusto Cury, com quatro. Os números retratam as listas divulgadas pelas próprias campanhas, não todo o contingente de rua e fornecedores.

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Na campanha de Lula, a assessoria não confirmou oficialmente uma lista à reportagem. A apuração reuniu nomes já públicos, como Mônica Valente, Nicole Briones, Daniella Marques, Maria Cláudia Bucchianeri e Mazé Morais, em áreas estratégicas.

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A questão não é só contar cadeiras. Quem participa da formulação de propostas influencia prioridades: trabalho, cuidado, saúde, segurança, educação e políticas que afetam uma população diversa. Representatividade também é qualidade da decisão pública.

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O contraste permanece: elas são maioria entre quem escolhe o presidente, mas não necessariamente entre quem constrói as escolhas oferecidas ao país. Em 2026, a disputa por votos femininos também expõe uma disputa por voz dentro das campanhas.

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