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Resumo em 10 segundos

Boatos sobre urnas, votação e apuração voltam a circular. 🗳️ Entenda como reconhecer a desinformação antes que um simples compartilhamento vire dano à democracia.

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Uma mensagem chega no grupo da família: “as urnas foram manipuladas”. Ela parece urgente, traz números e pede compartilhamento. Mas, nas Eleições 2026, esse roteiro conhecido volta a testar algo essencial: a confiança no voto. 🗳️🧵

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É justamente aí que entra o alerta do Senado Verifica. Informações falsas sobre urnas eletrônicas, regras de votação e apuração estão entre os conteúdos que mais circulam no período eleitoral — muitas vezes com aparência de notícia.

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O primeiro sinal costuma estar no tom: mensagem que provoca medo, raiva ou pressa para compartilhar merece uma pausa. Outro alerta: prints sem origem, vídeos recortados, “fontes” anônimas e links estranhos não são prova de nada.

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Antes de repassar, vale fazer o caminho inverso da corrente: procurar a informação nos canais oficiais da Justiça Eleitoral e do TSE, conferir a data e buscar se veículos confiáveis ou agências de checagem já analisaram o tema.

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O TSE também mantém um sistema para receber alertas sobre conteúdos falsos ou enganosos. Denunciar não é censurar debate político: é ajudar a garantir que escolhas coletivas sejam feitas com informação verificável e regras iguais para todos.

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Quem estiver com dúvida pode acionar o Senado Verifica pelo WhatsApp. O serviço orienta a população e ajuda a separar fato de boato — um recurso especialmente útil quando a desinformação tenta excluir quem tem menos acesso a fontes confiáveis.

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Em uma eleição, cada voto é individual, mas o ambiente de informação é coletivo. Pausar, checar e só então compartilhar pode parecer pouco. Na prática, é uma das formas mais diretas de proteger o direito de todos a decidir com liberdade.

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