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Resumo em 10 segundos

🗳️ A campanha não se resume a promessas genéricas: especialistas apontam perguntas essenciais sobre direitos, política externa e ciência para o eleitor fazer em 2026.

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🗳️ Eleições 2026: inclusão das pessoas com deficiência, diplomacia e inovação entram no radar do eleitor. Especialistas ouvidos pela Rádio Câmara ajudam a transformar temas complexos em perguntas práticas para candidatos. 🧵

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1/7 Comece pela inclusão. Mais de 14 milhões de brasileiros têm alguma deficiência, mas barreiras de acessibilidade, preconceito e capacitismo ainda restringem direitos básicos, como estudar, trabalhar e circular com autonomia.

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2/7 O ponto central é simples: políticas públicas não devem ser feitas “para” pessoas com deficiência sem serem construídas “com” elas. Ouvir quem enfrenta as barreiras no dia a dia melhora diagnósticos e reduz propostas desconectadas da realidade.

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3/7 Entre as prioridades citadas está o Fundo Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, previsto no PL 552/19. A lógica é garantir recursos específicos e mais previsíveis: direito no papel precisa de orçamento para virar acessibilidade concreta.

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4/7 Outra questão é a avaliação biopsicossocial, prevista na Lei Brasileira de Inclusão. Ela busca analisar a deficiência considerando não só uma condição de saúde, mas também as barreiras sociais e ambientais que limitam a participação.

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5/7 Na política externa, o Brasil terá de explicar qual lugar quer ocupar num mundo em transformação: disputas comerciais, crises climáticas, novas tecnologias e mudanças nas alianças internacionais afetam empregos, preços e a soberania do país.

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6/7 Já ciência e tecnologia exigem continuidade. Investimentos instáveis dificultam pesquisas, formação de profissionais e inovação nacional. A pergunta não é apenas “quanto investir?”, mas como criar planejamento de longo prazo e acesso público aos resultados.

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7/7 Uma boa régua para 2026: o candidato apresenta metas, orçamento, prazos e diálogo com quem será afetado? Em democracia, propostas sólidas conectam direitos, capacidade de execução e participação social — não apenas slogans.

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