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Resumo em 10 segundos

🗳️ Manifestar preferência é permitido, mas distribuir material ou organizar grupos com roupa padronizada pode configurar boca de urna. Entenda as regras.

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🗳️ Nas eleições de 2026, demonstrar sua preferência no dia da votação é permitido — mas há limites claros. Distribuir material de campanha, camisetas ou broches pode configurar boca de urna, que é crime eleitoral. 🧵

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A regra central é a manifestação individual e silenciosa. A pessoa eleitora pode usar camiseta, broche, adesivo ou bandeira do seu candidato, partido ou federação, desde que seja por iniciativa própria e sem abordagem a outras pessoas.

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O problema começa quando há distribuição. Entregar santinhos, roupas, adesivos, broches ou qualquer material de propaganda perto ou no local de votação é vedado. Não importa se o material parece simples: a ação pode ser caracterizada como tentativa de influenciar o voto.

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Também é proibida a aglomeração de pessoas com vestuário padronizado, como camisetas iguais de campanha. A Justiça Eleitoral pode entender que o grupo organizado busca fazer propaganda coletiva — prática conhecida como boca de urna.

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No dia da eleição, também não são permitidos comícios, carreatas, passeatas, uso de alto-falantes ou amplificadores e abordagens para pedir voto. A proibição vale para proteger a liberdade de escolha até o encerramento da votação.

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A fiscalização é feita pela Justiça Eleitoral, Ministério Público, policiais e mesários. Eleitores também podem comunicar irregularidades pelos canais oficiais. Regras iguais para todas as campanhas ajudam a reduzir abuso econômico e pressão sobre quem vai votar.

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Em resumo: expressão individual, sim; campanha organizada e distribuição de material, não. Respeitar essa diferença é parte prática de uma eleição livre, em que cada voto seja dado sem constrangimento ou influência no último momento.

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