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Resumo em 10 segundos

🗳️ No dia 4 de outubro, um detalhe pode definir se sua votação será rápida ou uma confusão: são até seis escolhas e o celular fica fora da cabine.

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🗳️ Em 4 de outubro, você poderá votar em até SEIS candidatos nas Eleições 2026. Mas quantas pessoas sabem a ordem correta e a quantidade de dígitos de cada cargo? Chegar sem preparo pode virar fila — e erro — na urna. 🧵

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A sequência de votação é: deputado federal, deputado estadual, 1º senador, 2º senador, governador e presidente. Por que isso importa? Porque cada escolha tem peso direto em Brasília, nos estados e nas políticas que afetam o cotidiano.

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Os números também mudam: deputado federal tem 4 dígitos; estadual, 5; senador, 3; governador e presidente, 2. Parece simples lendo agora — mas será que dá para lembrar de tudo sob pressão, com gente aguardando atrás?

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A recomendação do TSE é bem prática: leve uma “colinha” de papel com os seis números. Não é detalhe: votar preparado reduz filas e ajuda a garantir que cada eleitor consiga exercer seu direito com mais tranquilidade.

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E o celular? Não entra na cabine, nem desligado. Câmeras e outros eletrônicos também são proibidos. A regra busca proteger o sigilo do voto — uma barreira essencial contra pressão, compra de votos e intimidação. Mas todos conhecem essa norma?

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O aparelho pode ser usado antes, na identificação com e-Título com foto, CNH Digital ou RG Digital. Também vale documento oficial com foto físico, até vencido, se ainda permitir reconhecer o eleitor. Informação clara evita que alguém perca o voto por desorientação.

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Seis escolhas não são apenas seis números: são decisões sobre representação, orçamento, serviços públicos e prioridades do país. A pergunta que fica é direta: vamos tratar a preparação para votar como burocracia — ou como parte da própria democracia?

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E aí, o que você achou?

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