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Resumo em 10 segundos

Prazo perdido: o Congresso não aprovou o Código Eleitoral a tempo — entenda as manobras na CCJ, o voto impresso e os riscos para a confiança nas urnas 🧩

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Novo Código Eleitoral adiado para 2028 ⏳🧵 — o Congresso não aprovou o texto a tempo; o substitutivo de ~900 artigos aprovado na CCJ trouxe voto impresso e alterações sobre desinformação. Resultado: regras de 2024 e mudanças recentes da Ficha Limpa regem a próxima eleição.

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Como se deu o impasse? O relator Marcelo Castro (MDB-PI) apresentou o substitutivo e a CCJ aprovou em 20/08. Otto Alencar (PSD-BA) pediu urgência, mas o Senado não levou ao plenário por falta de acordo — exposição clara da dificuldade de construir consenso em temas sensíveis.

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A inclusão do voto impresso, articulada pela oposição ligada a Jair Bolsonaro (PL), não é só técnica: envolve custo, logística e segurança. Há ainda um problema democrático sutil — medidas 'de segurança' podem criar barreiras adicionais a eleitores em áreas remotas ou com menos recursos.

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Outra mudança controversa: regras mais brandas para divulgação de informações inverídicas. Em um cenário de redes sociais e polarização, afrouxar punições pode minar a confiança pública e transformar disputas eleitorais em longas batalhas judiciais. Quais limites são aceitáveis?

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Consequências práticas: com o adiamento, campanhas seguem as regras de 2024, mas a pauta dos 900 artigos volta a ser arma política até 2028. É momento para exigir transparência nas negociações e que ajustes respeitem inclusão, acesso e integridade do voto, não vantagem de curto prazo.

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Reflexão final: 900 artigos em disputa indicam que o jogo não é só técnico — é político. O adiamento pode abrir espaço para um debate mais amplo, ou para manobras que corroem confiança. Prioridade deveria ser um processo transparente, com participação e proteção à integridade do voto.

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