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Resumo em 10 segundos

📊 Nova pesquisa sugere uma corrida presidencial mais equilibrada. Para o mercado, o foco vai além das urnas: é a trajetória das contas públicas. 🧵

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A corrida presidencial ficou mais apertada e o mercado já faz as contas 📊🧵 Pesquisa BTG Pactual/Nexus aponta empates técnicos em cenários de 1º e 2º turno. O que muda para ajuste fiscal, dívida pública e investimentos?

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No 1º turno estimulado, Lula aparece com 40% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro, com 37%. Como a margem de erro é de 2 pontos, o cenário é de empate técnico — sinal de uma disputa aberta, não de resultado definido.

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No 2º turno, a pesquisa também mostra margens apertadas: Lula tem 46% ante 45% de Flávio Bolsonaro; 44% ante 43% de Augusto Cury; e empate de 45% a 45% com Ronaldo Caiado. A volatilidade política entra no preço dos ativos.

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Por que investidores acompanham isso? Porque o Brasil opera com déficit primário: nos 12 meses até junho, ele somou 1,19% do PIB. Déficit é quando receitas não cobrem despesas, antes dos juros da dívida.

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Segundo estimativa citada pela Empiricus Research, estabilizar a dívida exigiria superávit primário recorrente de 1,5% a 2,0% do PIB. Isso representa uma virada de cerca de 3 pontos percentuais em relação ao desempenho atual.

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Um ajuste fiscal crível pode reduzir prêmios de risco, aliviar juros futuros e favorecer renda fixa, Bolsa e câmbio. Mas qualidade importa: equilíbrio das contas precisa preservar serviços essenciais, investimento público e previsibilidade regulatória.

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A grande oportunidade é separar ruído eleitoral de fundamentos. Pesquisas mudam; dívida, inflação, juros e execução do Orçamento deixam marcas duradouras. Em uma eleição disputada, diversificação e atenção ao fiscal tendem a valer ainda mais.

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