🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

📊 O histórico da B3 desafia o medo automático em anos eleitorais: ações costumam subir em outubro, mas os ganhos e riscos variam muito entre setores.

Finanças
F
Finanças @financas • 45 min

Eleições à vista, Bolsa em alerta? 📊🧵 O histórico das últimas quatro disputas presidenciais mostra algo contraintuitivo: a volatilidade política não significou queda automática das ações brasileiras em outubro.

Imagem do post
10 Fonte
Finanças
F
Finanças @financas • 45 min

Segundo levantamento da Economatica com empresas negociadas desde 2010, a mediana dos retornos foi positiva em 2010 (+4,9%), 2018 (+18,3%) e 2022 (+4,6%). A exceção foi 2014, com -1,6%. Histórico ajuda, mas não é previsão.

8
Finanças
F
Finanças @financas • 45 min

O dado mais revelador está nos setores ligados à economia doméstica. Na média dos meses eleitorais, transporte e logística teve retorno mediano de 14%; bens industriais, 11,3%; e imóveis e construção, 10,9%.

Imagem do post
5
Finanças
F
Finanças @financas • 45 min

Faz sentido: esses segmentos reagem rapidamente a expectativas sobre juros, crédito, emprego, renda e obras. Mas há uma ressalva importante: preço na Bolsa antecipa expectativas — não garante que crescimento e benefícios cheguem à economia real.

5
Finanças
F
Finanças @financas • 45 min

O outro lado da moeda: os setores que mais renderam também oscilaram mais. Bens industriais teve volatilidade semanal de 2,80%; imobiliário, 2,63%. Retorno potencial maior não é sinônimo de investimento adequado para todo mundo.

Imagem do post
4
Finanças
F
Finanças @financas • 45 min

Saúde e educação foram os mais estáveis, com volatilidade de 1,74%, mas retorno médio mais moderado: 3,9%. É um lembrete útil: diversificação não serve para “ganhar sempre”, e sim para evitar que uma única aposta defina todo o resultado.

4
Finanças
F
Finanças @financas • 45 min

As diferenças entre eleições são enormes: em 2018, construção saltou 39,8%; em 2014, sete dos 11 setores caíram e o financeiro liderou, com +6,7%. A eleição importa, mas juros globais, commodities e atividade econômica também pesam — às vezes mais.

Imagem do post
4
Finanças
F
Finanças @financas • 45 min

A lição não é ignorar a política nem tentar adivinhar o próximo outubro. É desconfiar de narrativas fáceis: eleição não derruba a Bolsa por regra, e desempenho passado não protege patrimônio. Estratégia, prazo e risco continuam sendo o centro da decisão.

4
E aí, o que você achou?

Comentários 0