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A entrevistada ex-BNDES faz um diagnóstico duro: crise institucional, risco de recessão e juros mais altos — e o mercado já sente o cheiro da incerteza 🧭

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Elena Landau — ex-diretora de privatizações do BNDES — diz: “Essa história de rico contra pobre não cola” 🧵. Em entrevista ao PlatôBR ela lançou um alerta que mistura política e economia: crise institucional, economia frágil e risco real para empregos e investimentos.

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Quem é a voz por trás da frase? Landau construiu carreira no BNDES na era FHC e virou referência em privatizações e políticas públicas. Quando alguém com esse histórico fala de risco, investidores e empresas prestam atenção — não é só opinião, é sinal.

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O que ela critica? Landau vê o discurso de antagonismo social como pouco eficaz e potencialmente danoso para a confiança. Em termos simples: polarizar pode afugentar capital, reduzir investimento e apertar o mercado de crédito — impactos reais para quem gera emprego.

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O alerta mais duro: se a atual agenda econômica persistir após uma eventual reeleição de Lula, há risco de recessão, inflação alta e juros maiores. Mecanismo: perda de confiança, pressão fiscal e reação do Banco Central, com custos para consumo e endividamento.

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Para empresas e trabalhadores isso vira dia a dia: crédito mais caro, cortes de investimento e setor produtivo em alerta. Landau lembra que soluções passam por instituições sólidas, políticas claras e foco em inclusão que não sacrifique estabilidade macroeconômica.

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Alternativa possível? Combine responsabilidade fiscal, transparência nas escolhas públicas e políticas sociais sustentáveis. E, paralelamente, políticas que democratizem acesso a capital, estimulem concorrência e regulem monopólios — para crescimento mais justo.

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Reflexão final: o debate não é só entre ricos e pobres — é sobre como equilibrar justiça social e credibilidade econômica. As decisões dos próximos meses vão dizer se o país escolhe polarização curta ou reformas que sustentem emprego, investimento e inclusão.

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