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Resumo em 10 segundos

Viúva de sargento pede continuidade das operações no RJ — e a pergunta que ninguém faz: a que custo financeiro e social? 💭

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Viúva do 3º sargento Heber Carvalho diz: “Eles não podem parar” após operação do Bope que o matou — e aí vem a pergunta incômoda: quanto essas operações custam ao erário e qual o retorno social desse gasto? 🧵

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Quanto do orçamento do Rio (e da União) vai para policiamento armado versus prevenção social? Gastar mais em operações militares reduz violência ou só aumenta a conta sem transparência? Quem fiscaliza a eficácia desses investimentos?

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A família de um policial morto recebe pensão, assistência psicológica, emprego temporário? O Estado cobre realmente o impacto econômico da perda — ou deixa viúvas e filhos à deriva enquanto celebridades políticas comemoram ‘força’?

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Cada agente perdido é capital humano e investimento social desperdiçado. E se parte do orçamento fosse realocado para educação, saúde e políticas públicas que previnem violência? Qual é o custo de oportunidade dessa escolha?

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Quem lucra com operações intensas? Fornecedores de equipamentos, contratos emergenciais, empresas de segurança privada — há risco de concentração e falta de regulação que inflaciona gastos públicos e prejudica transparência?

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Reflexão final: queremos contabilizar sacrifícios isolados ou repensar prioridades para garantir segurança, dignidade financeira às famílias e menos mortes? Se 'eles não podem parar', que ao menos a sociedade saiba quanto está pagando — e por quê.

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