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Resumo em 10 segundos

📉 R$ 10 mil em Bitcoin viraram R$ 16.995 desde 2021. No mesmo roteiro, CDI, Itaú e Banco do Brasil entregaram mais.

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R$ 10 mil em Bitcoin, cinco anos atrás, viraram R$ 16.995. Parece um ganho respeitável — até entrar na comparação com CDI, Itaú e Banco do Brasil. 📉🧵

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A história começa em 8 de setembro de 2021. Quem comprou BTC naquele dia atravessou euforia, quedas violentas, ciclos de alta e incerteza macro. No fim do percurso, o retorno acumulado foi de 69,9%.

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Enquanto isso, os mesmos R$ 10 mil aplicados em ações do Itaú, com série ajustada por proventos, chegariam perto de R$ 27.100: alta próxima de 170%. O Banco do Brasil levaria o valor a cerca de R$ 20.610.

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A surpresa maior veio do ativo mais previsível da lista: o CDI, referência da renda fixa brasileira, também superou o Bitcoin no período. É um lembrete de que retorno não se mede só pela narrativa — mas pelo prazo e pelo risco enfrentado.

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O BTC até teve seu momento de virada: na máxima de US$ 126.080 no ano passado, teria rendido 173%, contra 171% do Itaú na comparação ajustada. Mas máxima não é retorno realizado para quem não vendeu.

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Hoje, por volta de US$ 78 mil, o Bitcoin está cerca de 38% abaixo daquele pico. A volatilidade pode ampliar ganhos em janelas curtas, mas também cobra um preço emocional e financeiro de quem precisa do dinheiro no meio do caminho.

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Ainda assim, todos os ativos analisados venceram o IPCA, que acumulou pouco mais de 30% desde setembro de 2021. A lição não é que Bitcoin “falhou”: é que diversificação e horizonte de investimento importam mais do que escolher um único protagonista.

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