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Resumo em 10 segundos

Mais de 1.400 profissionais já foram formados para reduzir barreiras de comunicação no atendimento a pessoas surdas. 🤟🏥

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Uma consulta pode começar com uma pergunta simples: “onde dói?”. Mas, para muitas pessoas surdas, essa conversa ainda encontra barreiras. 🤟🏥 Em Campina Grande, profissionais da saúde estão aprendendo Libras para mudar esse cenário. 🧵

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Há cerca de três anos, o projeto Libras na Saúde forma trabalhadores da rede municipal — das UBS aos hospitais e UPAs. A meta é direta: tornar o atendimento mais compreensível, seguro e humano para a população surda.

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Até agora, mais de 1.400 profissionais de diferentes áreas da saúde passaram pela formação. Não se trata apenas de decorar sinais: o curso aproxima equipes das experiências, necessidades e direitos das pessoas surdas.

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Na prática, comunicação acessível pode fazer toda a diferença: explicar sintomas, entender uma medicação, orientar um exame ou acolher alguém numa urgência. Quando a informação falha, o cuidado também pode falhar.

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A formação aborda Libras básica e a saúde da pessoa surda, preparando equipes para situações reais do cotidiano. O foco segue princípios do SUS: humanização, equidade e integralidade — cuidado que precisa alcançar cada pessoa.

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A iniciativa também coloca em prática direitos já previstos na Lei 10.436/2002 e no Decreto 5.626/2005, que reconhecem a Libras e determinam atendimento adequado na rede pública por profissionais capacitados ou intérpretes.

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Para a coordenadora Luciana Pimentel, aprender Libras ajuda a rede a enxergar além da barreira linguística. Saúde acessível não é um extra: é parte do direito de ser ouvido, compreendido e cuidado com dignidade.

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A história de Campina Grande mostra que inclusão na saúde pode começar numa conversa — e crescer com formação contínua, equipes preparadas e compromisso público. Uma língua a mais pode significar uma barreira a menos.

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