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Resumo em 10 segundos

A maior feira editorial do mundo abre com a IA já integrada ao mercado — e com perguntas éticas ainda sem capítulo final. 📚🤖

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A Feira do Livro de Frankfurt abre nesta quarta (7) com uma protagonista que não escreveu nenhum romance: a inteligência artificial. 🤖📚 Ela deixou de ser promessa distante e agora pauta negociações, estratégias e dilemas éticos do mercado editorial. 🧵

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Há um ano, o setor ainda olhava para essas ferramentas com cautela e curiosidade. Agora, a IA está mais consolidada — do apoio a fluxos editoriais à descoberta de conteúdos. Mas a pergunta que ecoa pelos corredores segue viva: quem cria, quem lucra e quem recebe crédito?

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É aí que Frankfurt ganha importância: não é só uma vitrine de lançamentos, mas um ponto de encontro para discutir regras antes que a tecnologia corra na frente delas. Direitos autorais, remuneração justa e transparência no uso de obras entram no enredo.

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O Brasil chega com ambição de negócios: a participação organizada pela Câmara Brasileira do Livro, ApexBrasil e CreativeSP estima US$ 8,1 milhões em oportunidades. Editoras como Companhia das Letras, Globo Livros, EDUSP e Clube de Autores estarão no Hall 3.1.

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Enquanto a IA domina as conversas, os direitos mais disputados contam outra história: romantasia, dark romance e livros interativos seguem em alta. Tecnologia e tendências de leitura não competem necessariamente; elas se cruzam na busca por novos públicos e formatos.

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No fim, a cena mais reveladora talvez nem envolva uma máquina: profissionais sentados frente a frente, trocando ideias sobre um autor estreante ou uma aposta improvável. Como resume o mercado pós-pandemia, o virtual acelera processos — mas não substitui relações. O futuro do livro será técnico, sim. E profundamente humano.

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