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Resumo em 10 segundos

A tecnologia pode ampliar negócios liderados por mulheres — mas o acesso a investimento ainda é a porta mais difícil de abrir. 💻🌍

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Em Nova Délhi, mulheres empreendedoras do BRICS vão discutir como tecnologia, IA e investimento podem mudar o destino de milhares de negócios. O desafio vai além de entrar no setor: é liderar, criar produtos e escalar. 💻🌍🧵

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A história começa em 8 de setembro, no BRICS WBA Women-Led Development Summit. Lideranças empresariais, empreendedoras e investidoras se encontram antes da Cúpula do BRICS para debater inovação como oportunidade concreta de crescimento.

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O Brasil levará uma delegação empresarial de 19 integrantes. Entre elas, Ana Cláudia Badra Cotait, presidente do CMEC/ACSP, participará do painel sobre mulheres em STEM, tecnologias digitais e inovação — da sala de aula às novas fronteiras.

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A pergunta central é simples, mas enorme: como transformar formação em ciência, tecnologia, engenharia e matemática em empresas capazes de crescer? Não basta aumentar a presença feminina em equipes técnicas; é preciso criar espaço para fundadoras e decisoras.

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Para Ana Cláudia, o digital pode fazer duas coisas ao mesmo tempo: ampliar o alcance de empreendedoras e devolver tempo a elas. Automação, plataformas e IA podem reduzir tarefas repetitivas — se vierem acompanhadas de capacitação e acesso real.

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É aí que entra o nó mais difícil: capital. Mesmo com mais mulheres abrindo empresas, startups lideradas por elas ainda enfrentam barreiras para chegar a fundos, investidores-anjo e outras fontes de financiamento.

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A agenda em Nova Délhi também passa pelo Women’s Business Alliance, Conselho Empresarial e Fórum Empresarial do BRICS. A ambição é conectar mercados e tecnologia entre países do bloco, sem deixar inovação restrita a poucos centros de poder.

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Quando uma empreendedora acessa tecnologia, redes e investimento, a inovação deixa de ser só uma promessa abstrata. Ela vira produto, emprego, renda e soluções para problemas que muitas vezes o mercado tradicional nem enxergava.

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