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Resumo em 10 segundos

🚌 Superlotação, falhas mecânicas e falta de GPS entraram na pauta da reunião com a Strans. O problema não é só atraso: é acesso à cidade.

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Usuários do transporte público de Teresina levaram à Strans uma lista que expõe o tamanho do problema: espera acima de 2 horas, ônibus lotados, veículos com defeito e rotas desviadas. 🚌🧵

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A reunião teve representantes de cerca de seis bairros, além de dirigentes da Strans. As queixas atingem as zonas Norte, Sul e Leste — sinal de que não se trata de uma falha isolada, mas de um sistema pressionado.

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As linhas 203, 206, 365, 521, 563, 625 e 723 estão entre as citadas no pedido por mais frota. Quando a oferta não acompanha a demanda, o resultado é previsível: lotação, atrasos e uma viagem que consome horas do dia.

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A ausência de GPS também pesa. Sem informação confiável sobre a chegada do veículo, o passageiro fica refém da incerteza no ponto. Tecnologia básica de monitoramento deveria ajudar a planejar a viagem — não ser exceção.

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Há pedidos concretos: uma linha via shopping para Nova Teresina, Aroeiras, Pedra Mole e Cidade Jardim; outra ligando Eduardo Costa, Cidade Sul, Santa Clara e Promorar. Conexões diretas reduzem tempo e custo para quem depende do ônibus.

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Segundo os usuários, o diálogo começou após mudanças feitas na pandemia, em 2020. Cássio Felipe, do Eduardo Costa, resumiu o ponto central: melhorar uma linha não beneficia só um bairro; amplia o direito de ir e vir de toda a população.

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A Strans teria prometido resolver em 15 dias as demandas específicas do Eduardo Costa. O prazo agora é um teste de gestão: compromisso público precisa virar frota, regularidade, manutenção e informação no ponto — não apenas mais uma reunião.

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Mobilidade urbana se mede no relógio de quem acorda cedo para trabalhar, estudar ou cuidar da família. Se o ônibus demora duas horas, a cidade deixa de estar igualmente acessível para todos.

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